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Ser Plus Size

15/01/21

Quando pensamos ou ouvimos falar sobre moda ‘‘Plus Size’’ ainda existem conceitos distorcidos do que realmente é de fato para a maioria das pessoas. Normalmente este biotipo é incompreendido, e ainda não tem o espaço merecido na moda e na sociedade, mesmo que este grupo represente hoje grande parte da população brasileira entre homens e mulheres.

Ser chamado de plus size é muito mais do que usar ‘‘tamanhos grandes’’. E isso incomoda algumas pessoas, pois sentem-se resumidas a um número de etiqueta. Associam o termo da moda plus size ao ser gordo e isso não tem nenhuma relação e também não queremos insinuar que isso seria ruim se assim fosse.

E ao contrário do que muitas pessoas pensam, as pessoas plus size não têm sobrepeso por desleixo e não devem ser associadas negativamente como se estivessem doentes. Desta forma estaríamos rotulando que ter o biotipo grande é algo ruim. 

Ter uma estrutura física maior do que o GG felizmente tem ganhado uma melhor compreensão aos poucos pela a maioria da população. Todos nós sabemos as reais e possíveis medidas entre homens e mulheres, e atualmente fisiculturistas também consomem moda plus size. O que agrega na categoria mistificando o conceito de rejeição e preconceito infundado. 

Dica de livros para todos que gostam de movimentos sociais e de representatividade plus size:

Padronizar a estrutura física da Barbie para toda a população não cabe mais nem nas passarelas, quanto mais na vida real. Estamos falando de pessoas reais, não de manequins. Da mesma forma que ser magro não significa estar saudável, a expressão ser gordo não deve ser um termo considerado pejorativo ou sinônimo de ofensa. É apenas uma condição de estado físico.

Sobre o estar na moda

O termo plus size hoje faz parte da moda mundial, mas iniciou-se nos EUA por sentirem a necessidade de investirem em tendências e looks modernos para um público jovem que consome roupas em tamanhos grandes. Mas ainda existe a queixa da resistência de grandes empresas e marcas brasileiras investirem neste público que é tão carente de produtos com qualidade e stile. Além dos preços ainda serem consideravelmente altos comparado aos tamanhos comuns, dificultam ainda mais uma boa produção de moda e possibilidades de looks com estilo como os tamanhos comuns desfrutam normalmente. 

Houve uma considerável melhora aqui no Brasil a partir do ano de 2010, mas o público feminino ainda encontra dificuldades com as poucas opções de looks nas lojas populares. A maioria das vezes ainda encontram o estilo básico ou conservador dando aquela aparência séria e diria até de uma pessoa idosa. Aparentemente querem esconder o corpo grande, tendo a intenção de disfarçar o biotipo e não enaltecer este tipo de corpo.

O que é o falso plus size?

A luta interna normalmente começa quando este público gosta de uma peça ou calçado e normalmente não encontram no seu tamanho. E por falar em tamanho, vamos esclarecer que o verdadeiro tamanho considerado plus size é acima do número 46 ao 62. 

O falso plus size surgiu na internet quando grandes marcas de moda colocaram mulheres magras com curvas mais acentuadas para representar o plus size e outros casos de emagrecerem em Photoshop as modelos plus para mascarar a verdadeira aparência da categoria, com a intenção de lucrar com todos os biotipos de uma só vez só gerou confusão e uma falsa representação da classe.

Edição em Photoshop

De qualquer modo, não existe ainda uma representatividade expressiva e tão influenciadora na moda para que esse grupo se sinta igualado aos demais tamanhos. Um exemplo simples é se te perguntarmos o nome das duas modelos mais famosas você dificilmente irá responder ser uma modelo plus size. 

Apesar de já termos modelos maravilhosas representando muito bem a classe plus como as:

Modelos da esquerda para direita: Fluvia Lacerda, Justine LeGault e Candice Huffine.
Modelos da esquerda para direita: Amanda França, Letticia Munniz e Ashley Graham.

Segundo pesquisas em maio de 2020 os usuários de roupas tamanhos maiores do que GG já eram aqui no Brasil em média de 60% da população. 

Para as mulheres a pressão psicológica é tão grande que muitas sofrem desde muito jovens e até durante a infância, gerando bloqueios, dificuldades de aceitação e cultivo do amor próprio por não conseguirem ficar magras. 

Nós acreditamos na evolução da moda em que em todos os lugares será possível encontrar moda fashion em tamanhos maiores e não precisarão avisar que naquela loja tem tamanhos plus size por ser algo comum. Isso inclui moda praia, lingerie, roupas de inverno e verão para todas as ocasiões. Um mundo pela moda #allsize é o nosso objetivo.

Nós como empresa de consignação voltada ao público feminino temos nos preparado e vamos investir ainda mais nesse público que merece consumir produtos de qualidade com diversidade de modelos e estilos. 

Atualmente já temos lingerie do n46 (GG)  ao n52 (XXXG ou G3) em nossa plataforma de revenda on-line e presencial, mas desejamos investir em fornecedores que trabalham com outros tamanhos para contribuir na luta pela igualdade na moda íntima para todos os biotipos.

Gostou desse artigo? Qual a sua opinião sobre esse assunto? 

Comente e compartilhe para além de informar aos desavisados que ser plus size não é somente um tamanho na moda, é uma condição física que merece respeito, igualdade e aceitação sem preconceito. 

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